Estudo publicado na "Sleep" avaliou mais de cinco mil pessoas
2011-05-09
Participantes do estudo foram sujeitos a testes cognitivos
Este trabalho, que descreve como as alterações na duração do sono que ocorrem durante os cinco anos da última etapa da vida adulta afecta as funções cognitivas, foi liderado por Jane Ferrie e contou com a participação de 5431 pessoas - 1459 mulheres e 3972 homens - a quem foram feitos testes cognitivos.
De acordo com o estudo, a duração do sono de 7,4 por cento das mulheres e de 8,6 por cento dos homens que foram seguidos aumentou para "sete a oito horas" por noite, nos dias de semana, em comparação aos valores normais. Relativamente a participantes que não apresentaram alterações da duração do sono, este prolongamento foi associado a uma menor pontuação em cinco dos seis testes sobre funções cognitivas, com excepção do da memória verbal a curto prazo.
Também houve casos (um quarto das mulheres e 18 por cento dos homens) em que a duração do sono baixou para as "seis, sete ou oito horas" por noite em relação ao normal, sendo que esta mudança foi associada a menores pontuações em metade dos testes cognitivos, ao afectar negativamente a capacidade de raciocínio, de vocabulário e de estado cognitivo global.
Os investigadores também verificaram que, nas mulheres, dormir sete horas por noite foi associado a pontuações mais altas em todos os testes cognitivos, seguidas das mulheres que dormiam seis horas por noite. Entre os homens, a função cognitiva manteve-se para aqueles que dormiam seis, sete ou oito horas. Os especialistas constataram assim que, apenas quando a duração do sono é inferior a seis horas ou superior a oito, houve piores pontuações nos testes.
Os voluntários que participaram neste estudo foram recrutados de duas fases (1997-1999 e 2003-2004) de um estudo mais abrangente, o Whitehall II, que incluiu mais de dez mil funcionários londrinos, com idade entre os 35 e os 55 anos, que trabalhavam na administração pública em 1985.
Fonte:Ciência hoje-Portugal
Os investigadores também verificaram que, nas mulheres, dormir sete horas por noite foi associado a pontuações mais altas em todos os testes cognitivos, seguidas das mulheres que dormiam seis horas por noite. Entre os homens, a função cognitiva manteve-se para aqueles que dormiam seis, sete ou oito horas. Os especialistas constataram assim que, apenas quando a duração do sono é inferior a seis horas ou superior a oito, houve piores pontuações nos testes.
Os voluntários que participaram neste estudo foram recrutados de duas fases (1997-1999 e 2003-2004) de um estudo mais abrangente, o Whitehall II, que incluiu mais de dez mil funcionários londrinos, com idade entre os 35 e os 55 anos, que trabalhavam na administração pública em 1985.
Fonte:Ciência hoje-Portugal
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